Que rei sou eu?

Meu mundo, meu reino, meu palácio… Ora sou majestade, ora bobo da corte… Por isso, esteja à vontade pra sorrir ou chorar no meu reinado

15 de julho de 2009

You’ve made a fool of everyone

Lembranças, lembranças…Hoje não era um dia pra levantar da cama…

Take my photo off the wall
If it just won’t sing for you
‘Cause all that’s left has gone away
And there’s nothing there for you to prove

Oh, look what you’ve done
You’ve made a fool of everyone
Oh well, it seems likes such fun
Until you lose what you had won

Give me back my point of view
‘Cause I just can’t think for you
I can hardly hear you say
What should I do, well you choose

Trilha: Jet - Look what you’ve done

criado por priviana    22:48 — Arquivado em: Sem categoria

10 de novembro de 2008

Já é Carnaval!!

É sangue, é suor e religião
Mistura de raças num só coração
Um elo de amor à minha bandeira
Canta a Estação Primeira
*****
Sou a cara do povo…Mangueira
Eterna paixão
A voz do samba é verde-e-rosa
E "nem cabe explicação"

criado por priviana    17:10 — Arquivado em: Sem categoria

4 de novembro de 2008

Voltar ao que era…

Aquele que não luta pelo que quer  não merece o que deseja.

***

E quando não se quer coisa alguma?

criado por priviana    20:31 — Arquivado em: Sem categoria

23 de outubro de 2008

Toma lá e só!

Sou cheia de defeitos. Tenho vários deles. Incontáveis.
Mas se existe um do qual consegui escapar é o egoísmo. Por mais que eu possa parecer auto-suficiente, independente, determinada, isto não se confunde com egoísmo, e quem convive comigo sabe bem como eu sou e até onde sou capaz de ceder para “ajeitar” as coisas pra todo mundo. Isso. claro, desde que eu ache que as pessoas merecem né? Porque detesto aquele tipo de gente que sempre quer levar a melhor. Para esses eu não estou nem aí e, com o tempo, aprendi a dedicar-lhes um sonoro N Ã O!
Mas enfim, o assunto desse post, pra variar um pouco, não sou eu.
O fato é que não ser (ou não me considerar) egoísta permite que eu veja com clareza esse tipo de atitude nas pessoas.
Todo temos fraquezas. Isso é fato. A grande diferença está em como lidamos com elas.
Embora me lamente por aqueles que se afundam em suas dores, acho que cada um sabe o quanto é forte sua dor. O que eu não entendo, e não aceito, é que sob o pretexto de estar sofrendo, alguém faça outra pessoa sofrer. Em um outro post escrevi que nessa hora não importa se você merece sofrer ou não. Sofrimento, infelizmente, não é uma questão de merecimento. O que importa é que você tenha consciência de que ninguém é responsável por sua dor. E por mais que seja humano, querer que outras pessoas carreguem o peso da sua dor junto com você não é justo.
O pior é que não sei se por coincidência ou não, a pessoa que gosta de passar aos outros suas fraquezas sempre tem uma pessoa quase que submissa ao seu lado, que absorve as dores alheias numa velocidade que nos faz duvidar se a dor não é realmente dela. Vai saber…
Acredito que todo mundo tem o direito de desabafar. E colocar pra fora é sim o melhor caminho para se livrar de um sentimento ruim. Mas existe uma grande, gigante diferença entre desabafar e passar adiante. E o que eu mais vejo por aí não é gente querendo desabafar, querendo aprender a lidar com suas dores e medos. O que mais tenho visto é gente querendo repassar seus problemas ao próximo. Como se “sofrer acompanhado” fosse a solução para o problema de alguém.
Não é.
Isso pra mim é egoísmo. Do mais cruel, porque afeta a gente por dentro.

criado por priviana    8:56 — Arquivado em: Sem categoria

22 de outubro de 2008

Hora de remexer o baú.

Estou enjoada de tudo. Além da gripe que me pegou de jeito, um sentimento estranho tira meu sono e minha paz. Sufocada. Essa é a palavra. Ainda não sei pelo quê. Talvez pelas minhas próprias constatações.

Tais como a de que deixei pra trás tantas coisas de que gosto. A música, a voz, a dança, a fotografia, o cinema, os livros, a poesia, o suor. Em que momento da minha vida guardei dentro de um baú velho as  coisas que realmente me dão prazer?

Delas, a única que ainda faz parte do meu cotidiano, e que talvez seja meu "espinafre" são as viagens. Essas sim, fazem nascer em meu rosto tantos sorrisos quanto os que eu posso dar em um dia. Viajar, perder países…. Mas até minhas viagens têm se tornado iguais. Por mais longe que eu vá.

Tenho sentido falta de mim. Falta do que sempre fez de mim o que sou. Não me reconheço mais.

Talvez seja hora de viajar pra dentro.

 

criado por priviana    10:16 — Arquivado em: Sem categoria

21 de outubro de 2008

Ser ou não ser…

Cuidado com o que desejas, pois pode tornar-se realidade.

Verdade da mais pura.
Sempre fui uma solteira feliz. Estar só, de fato, nunca foi um problema pra mim.
Pelo contrário. Adoro poder acordar de manhã, abrir a janela do meu quarto, olhar pro céu azul e decidir o que vou fazer da minha vida sem ter que dar satisfação a ninguém. Adoro!
Mas, como na vida tudo tem seu lado ruim, confesso que às vezes ser “sozinha” cansa. Cansa não ter com quem dividir esse céu azul que se escancara na minha janela todos os dias.
De qualquer forma, há tempos desisti de definir se sou mais feliz namorando ou solteira. Isso não me importa. Até porque, mesmo que eu chegue à conclusão que é melhor um ou outro “status”, estar nele não depende só de mim. Antes dependesse.
Mas se em algum momento eu pedi, despertei alguma coisa em algum lugar. Pior, despertei algo que jamais quis, que jamais desejei despertar.
Agora tenho medo. Ando com medo das pessoas. Medo de ouvir o que sempre quis ouvir de pessoas de quem não quero ouvir.
E revoltada por não ouvir o que quero ouvir de quem quero ouvir, se é que existe alguém de quem eu queira ouvir…
Definitivamente não sei lidar com essas coisas.

criado por priviana    19:44 — Arquivado em: Sem categoria

Hoje

Hoje eu só tenho raiva.
Não dói.
Não me faz derramar uma lágrima.
Só raiva.
De ser tão fraca.
Inconstante.
Difícil levar adiante qualquer coisa.
Falta de vontade?
Falta de coragem?
Não sei.
Só sei que estou cansada.
De tudo.
Principalmente da ausência de sentimentos sobre os quais não me permito falar.
Não hoje.
Não agora.
Não aqui.
Mas falarei quando você quiser.
Basta que venha segurar minha mão…

criado por priviana    1:05 — Arquivado em: Sem categoria

6 de outubro de 2008

Exit

Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse sempre a novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias

Clarice Lispector

criado por priviana    11:10 — Arquivado em: Sem categoria

2 de outubro de 2008

Bip bip

Até hoje não sei por que escrevo.
Não sei se escrevo buscando respostas para minhas dúvidas eu se escrevo simplesmente (como se isso fosse simples) para colocar pra fora as angústias que me consomem.
Enquanto não descubro a resposta para essa dúvida, acrescento mais uma a esse já extenso rol.
O que me faz apaixonar?
Quais as características que me arrebatam de tal forma que não consigo ver defeitos?
Não consigo fazer uma lista.
Sequer consigo descrever aquele que as possui.
Só percebo que, se após horas de reflexão, decido que não quero mais, que não há futuro, que não é possível, ao mais leve sinal desmorono, num sorriso bobo, adolescente, quase infantil.
E não há distância que torne impossível.
Meu coração não quer assim.
Como é tolo meu coração.
Mas como é deliciosa essa tolice

criado por priviana    23:43 — Arquivado em: Sem categoria

29 de setembro de 2008

Daysleeper…

Impossível não sorrir como uma criança que acabou de ganhar um brinquedo…

***

My heart is full and my door’s always open
You can come anytime you want

***

This one goes out to the one I love
This one goes out to the one I’ve left behind

***

E que venha novembro…

criado por priviana    0:11 — Arquivado em: Sem categoria
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